sexta-feira, 15 de junho de 2012

Oportunidade Imperdível!

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Preço de Imóvel Tem Menor Alta em Quase Três Anos

          Depois de uma explosão de preços, o mercado imobiliário dá sinais mais claros que passa por um momento de ajuste.

Em maio, o preço do metro quadrado de apartamentos novos medido pelo índice FipeZap subiu 0,9%, a menor valorização desde o início da série histórica, em setembro de 2010. No mês anterior a alta foi de 1,2%. Em três das sete regiões pesquisadas pelo indicador a variação foi inferior à projetada pela inflação de maio, de acordo com o boletim Focus. Foram elas: Belo Horizonte, Distrito Federal e Salvador, com altas de 0,4% e 0,5% e recuo de 1,3%,na ordem.
São Paulo (+1,2%) e Rio de Janeiro (+1,1%), os principais termômetros do mercado imobiliário brasileiro, ainda acumulam uma valorização mensal relevante, embora o resultado seja considerado uma boa surpresa por Eduardo Zylberstajn, pesquisador e coordenador do FipeZap. Na opinião dele, a continuidade da desaceleração do valor dos imóveis nas suas capitais é indicativo que a situação atual é bastante diferente da vivida há um ano.  Zylberstajn cita o caso da capital fluminense, onde o ritmo de aumento do metro quadrado estava na casa dos 3% em maio de 2011 e agora caiu para um terço disso.
Outra prova desse movimento é que a valorização do metro quadrado nos cinco meses deste ano é de 6,3% em todo o País, quase a metade do observado em igual período de 2011 (+12%). Em 12 meses, o índice acumula de 19,9%, valor de 1,9 ponto percentual abaixo do desempenho em igual mês no ano passado.
Você tem hoje um aumento no número de unidades entregues, que são aquelas que começaram a ser construídas no auge do boom, há 2 ou 3 anos, e isso pode trazer alguma pressão dos preços, afirma. O descasamento entre a demanda e a oferta deve ser olhada com atenção neste ano, afirma  Zylberstajn. O aumento ou queda nos preços, ele destaca, não deve ser abrupto. "Tenho a impressão que o ajuste será gradual" afirma.
O pesquisador não acredita que os juros dos financiamentos habitacionais caíam no curto prazo, como já ocorre  com as demais modalidades de crédito. O grosso do estoque ainda tem de ser remunerado pela taxa antiga, independente do que acontece com a Selic.
Em Fortaleza e Recife, os preços dos imóveis ainda sobrem em ritmo superior à média - 2,4% e 1,9% respectivamente. É uma situação oposta à vivida por São Paulo e Rio de Janeiro ou Salvador, que acumula dois meses seguidos de queda do valor dos apartamentos.
O preço médio do metro quadrado ficou entre R$ 8.254 (Distrito Federal) e R$ 3.618 (Salvador) em maio. Em São Paulo, foi de R$ 6.448 e no Rio de Janeiro, R$ 7.991. A média das seis capitais e o Distrito Federal ficou em R$ 6.594.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Novas Regras Para Financiamento da Casa Própria Começam a Valer

          Passam a valer as novas regras da Caixa Econômica Federal para os financiamentos habitacionais.

Pelo novo modelo, os mutuários terão mais cinco anos para quitar os empréstimos. A Caixa ampliou o prazo do crédito habitacional de 30 anos para 35. Os empréstimos serão feitos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Os financiamentos do SBPE beneficiam apenas os mutuários que ganham mais de R$ 5,4 mil por mês ou que adquirirem imóveis de mais de R$ 170 mil.
A Caixa também reduziu as taxas de juros para essas modalidades. Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), as taxas caíram de 9% para 8,85% ao ano. Para os imóveis fora do SFH, os juros passam de 10% para 9,99% ao ano. A instituição também ampliou o prazo dos financiamentos para a construção de casas e apartamentos com recursos da poupança.  A partir desta semana, as construtoras e incorporadoras terão 36 meses para pagar os empréstimos. Antes, o prazo correspondia a 24 meses. Os juros dessas linhas também foram reduzidos de 11,5% para 10,3% ao ano. 
para a construção de imóveis comerciais, os juros efetivos caíram de 14% para 13%ao ano. Nas operações de financiamento para a construção e aquisição de imóvel para uso próprio, a empresa pagará a taxa de 12,5% ao ano, antes 13,5% cobrados atualmente.
Em todos os casos, o mutuário também pagará a Taxa Referencial (TR), juros variáveis cobrados nos financiamentos imobiliários. No entanto, as taxas efetivas podem ficar ainda menores se o mutuário for correntista da Caixa.
As mudanças não valem para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que inclui o programa Minha Casa, Minha Vida. Para essas modalidades de financiamento, o prazo continua de 30 anos.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Crédito Imobiliário Deve Crescer 20% no PR

          Depois do anúncio do aumento do prazo de 30 para 35 anos para o financiamento imobiliário, A Caixa Econômica Federal tem a expectativa de aumentar 20% o volume de concessão de crédito para a compra da casa própria no ano de 2012 na comparação com o ano passado.

A previsão inicial, em janeiro, era de um aumento de 14%. Em 2011, o banco liderou R$ 6,1 bilhões em crédito para a aquisição de um total de 88,931 unidades. As novas regras começam a valer a partir de 11 de junho.
De janeiro a maio deste ano, a Caixa liberou R$ 2,7 bilhões em financiamentos imobiliários para 31.958 unidades. No mesmo período do ano passado, foram R$ 2,1 bilhões para 32.948 unidades. Neste período, o crescimento verificado já atingiu 28,57%.
No País todo, o crédito atingiu 35,8 bilhões e 417.580 unidade. Para o ano, a expectativa é atingir R$ 90 bilhões. O gerente regional da Caixa, Vilmar José Smidarle, disse que o crescimento de 20% esperado para o ano deve ocorrer em função da redução de juros anunciada em 9 de maio, do aumento do prazo para 35 anos de novo corte de juros divulgado nesta última semana.
Segundo ele, com os juros menores, a pessoa que vai comprar a casa própria consegue financiar um valor maior. Por exemplo, um casal que tenha renda familiar de R$ 10 mil conseguia financiar em 30 anos um total de R$ 267 mil. Com o prazo de 35 anos, esse valor sobe para R$ 280 mil. E, caso a mesma pessoa opte por receber o salário pela Caixa, os juros são menores, o que permitiria financiar um total de R$ 303 mil.
Os juros agora são de 8,85% ao ano mais TR, contra os 9% antes das novas regras para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou seja, com valor de avaliação até R$ 500 mil. Se o mutuário for cliente ou receber salário pela Caixa, a taxa poderá chegar a 7,8%. Fora do SFH, o consumidor terá um refresco menor, já que os juros passarão de 10% para 9,99% ao ano. Também nesse caso, a variação pode chegar a 8,9% dependendo do relacionamento com a instituição. Todos os percentuais são acrescidos de Taxa Referencial (TR).
Smidarle disse que, em muitos casos, as pessoas não ficam morando 35 anos na mesma casa. Com 35 anos, é possível ter um acesso melhor à moradia.
O advogado Anselmo Hess vai comprar um apartamento com a namorada no bairro Alto da Glória em Curitiba. P imóvel custa R$ 190 mil e eles pretendem financiar 80% do valor. O contrato deve ser assinado depois que entrarem em vigor as novas regras anunciadas pela Caixa. "A redução de juros é sempre benéfica", disse. Apesar da ampliação do prazo, eles vão optar por financiar em 30 anos.

No País
O Banco Central registrou um crescimento de 43,88% no saldo do setor habitacional e imobiliário de janeiro a abril deste ano na comparação com o mesmo período de 2011, passando de R$ 595 bilhões para R$ 856 bilhões. No mês de abril sobre março, o crescimento foi de 2,3%. Os números consideram o crédito imobiliário concedido por todos os bancos do País.
Neste ano, o concessão de crédito também vem ocorrendo em números crescentes. Em janeiro foram R$ 205 bilhões, em fevereiro R$ 210 bilhões, em março R$ 217 bilhões e, em abril, R$ 222 bilhões.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Caixa Amplia Prazo Para a Casa Própria

          A partir da semana que vem será possível financiar imóveis em até 35 anos  - atualmente, o prazo máximo é de 30 anos.

Medidas incluem redução de juros
Numa nova investida em seu principal foco de atuação, a Caixa Econômica Federal anunciou ontem uma extensão de prazo de financiamentos imobiliários com recursos de poupança e mais uma rodada de corte das taxas de juros. a partir da próxima segunda-feira, quem quiser empréstimo para adquirir a casa própria poderá fazer o pagamento em até 35 anos e não mais em 30 anos.
Além disso, o consumidor passará a ter juro de 8,85% ao ano mais TR, em lugar dos atuais 9% para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) - ou seja, com valor de avaliação até R$ 500 mil. Se o mutuário for cliente ou receber salário pela Caixa, a taxa pode chegar até 7,8%. Fora o SFH, o consumidor terá um refresco menor, já que os juros passarão de 10% para 9,99% ao ano. Também nesse caso, a variação pode chegar a 8,9% dependendo do relacionamento como vice-presidente de governo e habitação da Caixa, José Urbano Duarte, salientou que as mudanças podem proporcionar a compra de um imóvel mais caro pelo consumidor ou a aquisição do mesmo imóvel que imaginava antes, mas com prestações menores, já que o valor das parcelas poderá ser diluído por mais tempo. Hoje, 4% dos empréstimos imobiliários do banco tem o prazo máximo de 30 anos.
Pelas regras atuais uma pessoa com renda familiar de R$ 10 mil, por exemplo, pode obter um financiamento de até R$ 267 mil. A partir da próxima semana esse valor sobe para R$ 280 mil e, se o mutuário receber seu salário pela Caixa, terá um teto de R$ 303 mil. As mudanças (que são consequência da ampliação do prazo) permitirão que o mutuário, caso seja cliente do banco e pegue um empréstimo de R$ 267 mil, passe a pagar uma prestação de R$ 2.604,00 por mês e não os atuais R$ 3 mil.

FGTS
As condições mais atraentes valem para os imóveis de valor mais baixo, que usam recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Para estes - que não são afetados pelas medidas anunciadas ontem - as taxas médias são de 6%. Entre os requisitos para acessar os recursos do Fundo estão valor máximo do imóvel de R$ 170 mil, renda familiar de R$ 5,4  mil e não ter imóvel ou financiamento imobiliário no seu nome.
Segundo Urbano Duarte, a Caixa já pediu ao Conselho Curador do FGTS que a extensão do prazo de financiamento de 35 anos também seja aplicado para as operações com dinheiro do Fundo e para os imóveis do Minha Casa Minha Vida. O programa tem restrições de renda e de valor do imóvel, e também não foi incluído nas medidas de ontem.
As medidas anunciadas ontem podem ser entendidas como uma continuação do processo de redução de juros, iniciado em fins de abril justamente pelas instituições financeiras estatais, Caixa e Banco do Brasil. Mas também podem ser interpretadas como uma das medidas do governo para devolver dinamismo à economia brasileira, prejudicada pela crise internacional e pela escassez de crédito no mercado interno. Elas fazem parte do " arsenal de providências" para fazer o país crescer, da qual falou a presidente Dilma Rousseff.

Crédito Imobiliário Cresce 5,2% no Ano

          Pensando  no melhor para você, nosso cliente ou futuro cliente, divulgamos essa matéria para que fique por dentro do mercado imobiliário relacionada às vendas.
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          Até abril, os empréstimos para compra de imóveis somaram R$ 23,3 bilhões com recursos da poupança para este tipo de financiamento.

Os empréstimos para financiamentos imobiliários com recursos de caderneta de poupança aumentaram 5,2% no primeiro quadrimestre deste ano, na comparação com igual período de 2011, segundo dados divulgados pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) ontem. De acordo com a associação, nos quatro primeiros meses de 2012, foram emprestados R$ 23,3 bilhões de recursos da poupança para este tipo de financiamento.
Mas, em abril, o volume de empréstimos foi de R$ 5,7 bilhões, com queda de 7% em relação a abril de 2011, após um período exuberante para o crédito imobiliário (comparando 1° quadrimestre de 2011 com o mesmo período de 2010, o crescimento superou 50%).
Bem mais representativa do dinamismo do crédito imobiliário é a comparação  entre os últimos 12 meses, até abril, e os 12 meses anteriores: no período, os financiamentos com recursos das cadernetas de poupança evoluíram 27%, passando de R$ 64 bilhões para R$ 81 bilhões.
Em abril, foram financiados 32,5 mil imóveis, queda de 16% em relação ao mesmo mês do ano passado. Comparando os primeiros quadrimestres de 2011 e 2012, o número de financiamentos foi, respectivamente, de 144,3 mil e 137,3 mil unidades, e a queda foi menor (4,9%). No acumulado de 12 meses, entre maio de 2011 e abril de 2012, foram financiadas 485,9 mil unidades, 8% mais do que nos 12 meses anteriores.
A unidades financiadas no ano até abril somaram 137,2 mi. Em comparação com o primeiro quadrimestre de 2011, houve queda de 4,88%. Em 2011, foram financiados 32,4 mil imóveis, 15,59% a menos do que abril de 2011.
No quadrimestre, a captação líquida da poupança (depósitos, menos saques) ficou positiva em R$ 3,4 bilhões, devido à captação positiva de abril, de R$ 1,5 bilhão, a segunda do ano. Já o saldo atingiu a marca de R$ 341,2 bilhões em abril.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Agilidade e taxas reduzidas para crescer no crédito imobiliário

             Profissionais do setor afirmam que não é só juro que atrai o consumidor interessado em fazer o financiamento para a compra de imóveis.

Agilidade e redução das taxas são as duas principais armas das instituições financeiras para conquistar mais clientes para o crédito imobiliário. A disputa entre bancos inclui promessas de liberação rápida do financiamento e juros menores para o cliente que paga em dia.
No caso do Banco do Brasil, a instituição promoveu uma redução nos juros tanto nas operações dentro do Sistema Financeiro da Habilitação (SFH), que contempla imóveis de até R$ 500 mil, como nas linhas destinadas a bens acima desse valor. As taxas menores são para clientes que pagarem em dia, uma espécie de desconto, e os que recebem salário no banco. "Não é só redução de juros. Pela experiência que temos, vamos bonificar a pontualidade e assim a inadimplência será menor, propiciando a queda dos juros", explica o vice-presidente de Negócios de Varejo, Alexandre Abreu.
O executivo afirma que a redução dos juros e o benefício da pontualidade - que começam a vigorar para as operações contratadas a partir de hoje - fazem parte da estratégia "agressiva" para elevar a participação nesse segmento de crédito.
A menor taxa efetiva é de 7,9% ao ano mais a variação da TR para clientes que recebam salário no banco, taxa equivalente à cobrada da líder Caixa, que anunciou redução dos juros do crédito imobiliário em abril.
Atualmente o BB ocupa a quarta colocação e espera chegar ao segundo lugar na virada de 2014 para 2015. Para isso, espera dobrar a carteira de crédito em 2012, chegando em dezembro com um estoque de R$ 14 bilhões desses financiamentos.
O crescimento almejado pelo BB é muito superior ao planejado pelo mercado. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) projeta avanço de 30% para 2012.
Na busca por mais clientes, o Bradesco trabalha para acelerar a liberação do crédito. "Nossa operação foi ajustada em termos de velocidade. Nem sempre é só o preço que o cliente olha", explica o diretor de crédito imobiliário do banco, Claudio Borges.
Ainda assim, o executivo sabe da demanda dos correntistas por juros menores e afirma que, na prática, a operação é finalizada com uma redução de um ponto percentual em relação às simulações disponíveis no site. "No crédito imobiliário as margens são apertadas, mas temos que ser competitivos para não perder cliente."
O banco espera que a carteira de crédito imobiliário tenha um incremento de 20% neste ano.
Além de Caixa e BB, outro banco que anunciou reduções dos juros no crédito imobiliário foi o Citibank.